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Dicas

Aí vão algumas dicas que vão fazer diferença no seu dia-a-dia, além de respostas para antigas dúvidas!

Selecione abaixo, um
assunto do seu interesse:

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Ainda não há um consenso definitivo sobre o assunto. Adeptos e profissionais dividem opiniões.

Os que defendem a prбtica do AEJ seguem o seguinte raciocínio:

Enquanto estamos dormindo nosso metabolismo continua funcionando utilizando energia para nossas funções vitais, sendo o glicogênio, o principal combustível.

Durante o sono, passamos normalmente de 6 a 8 horas sem ingerir alimentos, forçando nosso organismo a utilizar reservas de glicogênio. Ao acordarmos estas reservas estão em baixas e o corpo utiliza reservas de gorduras como fonte predominante durante o exercício. 

Para evitar o catabolismo muscular, a atividade não deve ser intensa e nem exagerar no tempo (no máximo 40 minutos).

Porém há quem diga que o AEJ não tem sustentação cientifica para sua real eficácia quando se fala em emagrecimento, além de ser uma prática muito arriscada e extremista devido a uma série de fatores, pois o corpo precisa da glicose para o bom funcionamento. Ao passarmos muito tempo sem comer, a glicose sanguínea pode cair bastante, ocasionando uma hipoglicemia. Tontura, enjoo, náuseas, desmaio, perda de massa muscular também podem ser algumas das consequências do treino em jejum.

Meu conceito sobre o tema é que esta prática não é para todos e nem deve ser difundida como fórmula mágica de emagrecimento. 

Não adianta de um dia para o outro cortar a alimentação pré-treino e ir treinar em jejum. Se optar por fazer o AEJ, o ideal é que a redução de alimentos ingeridos seja gradativo, assim como o aumento do tempo e intensidade do exercício. É uma adaptação, os resultados variam de pessoa para pessoa e de acordo com a rotina de treinos e a alimentação de cada indivíduo.

Eu utilizo o treino aeróbico em jejum como uma fase de uma periodização para alcançar um objetivo específico, mas não como ferramenta constante no cronograma de treino. Caso decida se tornar um adepto desta prática procure um acompanhamento profissional antes (educador físico e nutricionista ou nutrólogo). 

Mais uma vez ressalto que a individualidade biológica não nos permite ter uma receita pronta. O que dá resultado pra uns pode acabar com o treino de outros.

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